Nova versão do Inotes Contacts disponível aqui. Essa versão corrige o bug da API gmail-greasemonkey. Detalhes sobre o problema em: http://code.google.com/p/gmail-greasemonkey/issues/detail?id=39
A solução foi implementar um listener que monitora a pagina no gmail e inclui o botão do Inotes.
Para que não conhece tem um post explicando o script.
Não estou querendo que todos abandonem o Inotes da IBM, pois se trata de uma ferramenta de e-mail muito boa. Mas como todo software tem limitações, e a principal delas que me atrapalha muito é o espaço. Tem outro fator que ajuda, centralizar todos os seus e-mails em um único lugar.
Então uma alternativa é colocar a sua conta do gmail para baixar os e-mails do inotes via pop3. Mas essa solução traz outro problema, os contatos do seu domínio do inotes não ficam mais acessíveis.
Para corrigir isso trabalhei em um script Greasemonkey que resolve meu problema.
Espero que seja útil para mais pessoas também.
Como funciona:
Uma combinação de tecnologia deu origem ao script.
Firefox 3.5 + gmail + inotes + Greasymonkey + javascript + gmonkeyAPI + GM_xmlhttpRequest + xpath + dedicação = “IBM Inotes Contacts in Gmail”
O Script está hospedado no userscripts.org o maior repositório de scripts existente.
Instalação:
Depois de intalado, defina as configurações da sua conta no script:
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| InotesContacts.config.domain = ""; //Define your domain here (ex.: inotes.yourdomain.com)
InotesContacts.config.user = ""; // Set your username
InotesContacts.config.password = ""; //Set your password |
Veja o screeanshot:

Qualquer problema, sugestão, melhoria, agradecimento acesse a pagina do script aqui
Para que gosta do código, o fonte está aqui.
XML simples de clientes com tipo de pessoa. Nesse exemplo vou usar xpath para pegar apenas os clientes do tipo ‘F’
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| <xml>
<clientes>
<cliente id="1" tipoPessoa="F">
<nome>Eliezer Rodrigues</nome>
</cliente>
<cliente id="2" tipoPessoa="J">
<nome>Empresa Abz teste</nome>
</cliente>
<cliente id="3" tipoPessoa="F">
<nome>Maria da Silva</nome>
</cliente>
</clientes>
</xml> |
Codigo completo, para fazer o teste, cole no firefug e rode:
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| var xmlString = "<xml><clientes><cliente id='1' tipoPessoa='F'><nome>Eliezer Rodrigues</nome></cliente><cliente id='2' tipoPessoa='J'><nome>Empresa Abz teste</nome></cliente><cliente id='3' tipoPessoa='F'><nome>Maria da Silva</nome></cliente></clientes></xml>";
var parser=new DOMParser();
var doc = parser.parseFromString(xmlString,"text/xml");
var xpath= "//clientes/cliente[@tipoPessoa = 'F']";
var xmlObject = doc.evaluate( xpath, doc, null, XPathResult.ORDERED_NODE_SNAPSHOT_TYPE, null );
var i=0;
while ( (entry = xmlObject.snapshotItem(i) ) !=null ){
alert("Nome: "+entry.firstElementChild.textContent);
i++;
} |
legal neh?
Bom, pode parecer simples, mas quando a velocidade é o seu primeiro quesito, isso pode mudar um pouco. Mas espera aí, é apenas ler um arquivo e fazer um split pegar a chave e o valor. Simples assim mesmo, mas quando o assunto é shell script um simples split não é tão simples.
A primera forma de se fazer seria fazer com um cut, veja:
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| echo "chave=valor" | cut -d = -f 1 |
Legal, funciona, mas quando seu arquivo de properties é grande, ou que esse script rode toda hora, a velocidade do um simples cut que funciona passa a ser um problema.
Uma outra forma de se fazer isso é usar o IFS – Internal Field Separator para fazer isso de uma forma decente.
Então, vamos lá. Pimeiro meu arquivo de propriedades:
sample.properties
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| caminho=/tmp
version=1.0 |
Fiz um script simples para representar o problema. Função rox com IFS e função sux com CUT.
sample.sh
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| #!/bin/bash
rox(){
IFS_OLD=$IFS
IFS="="
while read key value
do
echo "key = $key"
echo "Value = $value"
done < sample.properties
IFS=$IFS_OLD
}
sux(){
while read line
do
key=`echo $line | cut -d = -f 1`
value=`echo $line | cut -d = -f 2`
echo "key = $key"
echo "Value = $value"
done < sample.properties
}
clear
echo "rox--------------------------------------"
time rox
echo "sux--------------------------------------"
time sux |
Veja o resultado:
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| rox--------------------------------------
key = caminho
Value = /tmp
key = version
Value = 1.0
real 0m0.001s
user 0m0.000s
sys 0m0.000s
sux--------------------------------------
key = caminho
Value = /tmp
key = version
Value = 1.0
real 0m0.024s
user 0m0.007s
sys 0m0.019s |
Notem a velocidade do script. Não é ser xiita, mas sim fazer da forma correta.
Um modulo simples para python, cheetah. Ele tem tudo que programadores python gosta, simples, bem documentado, comunidade ativa, rápido, possui um mecanismo de cache entre outras funcionalidades.
Onde baixar?
http://www.cheetahtemplate.org
Instalando
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| python setup.py install |
Criando um objeto simples Cliente
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| class Cliente():
def __init__(self, nome, email):
self.nome = nome
self.email = email |
Criando um template
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| <html>
<head><title>$title</title></head>
<body>
<div>
#for $cliente in $clientes
<div>
<b>$cliente.nome</b>
(<a href="mailto:$cliente.email">$cliente.email</a>)
</div>
#end for
</div>
</body>
</html> |
Executando
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| from Cheetah.Template import Template
if __name__ == "__main__":
clientes = [Cliente("Eliezer Rodrigues", "eliezer@teste.net"),
Cliente("Maria", "maria@teste.net")]
template = Template(file="page.tpl")
template.title = "Todos os clientes"
template.clientes = clientes
print str(template) |
Resultado:
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| <html>
<head><title>Todos os clientes</title></head>
<body>
<div>
<div>
<b>Eliezer Rodrigues</b>
(<a href="mailto:eliezer@teste.net">eliezer@teste.net</a>)
</div>
<div>
<b>Maria</b>
(<a href="mailto:maria@teste.net">maria@teste.net</a>)
</div>
</div>
</body> |
Curtiu?? para saber mais sobre o projeto entre no guia do usuário e confira tudo sobre o cheetah.
Uma das coisas que considero mais ruins de se ler em um código são os malditos ifs encadeados. Veja, não é fácil de se ler, não é confiável e bem mais propício a bug. Portando se tem muitos ifs, algo não está correto.
Vou utilizar polimorfismo para implementar o padrão de projeto Strategy.
Um fiz um caso simples apenas para exemplificar o estudo.
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| public class StringUtils {
public static final String REMOVE_ALL_SPACES = "remove-all-spaces";
public static final String FILTER_ONLY_NUMBERS = "filter-only-numbers";
public static String format(String action, String value) {
if (REMOVE_ALL_SPACES.equals(action)) {
return value.replaceAll("\\s", "");
} else if (FILTER_ONLY_NUMBERS.equals(action)) {
return value.replaceAll("\\D", "");
}
return null;
}
} |
Bom não é tão feio, pq tb quem nunca viu algo pior que isso que atire a primeira pedra.
Vamos fazer com que esse método format seja mais simples. No caso ele está com apenas duas comparações, mas lembre-se que poderiam ser 18.
Mas dá pra melhorar e muito utilizando Enum. Veja:
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| public enum StringFormat {
TRIM_SPACES() {
@Override
public String format(String value) {
return value.replaceAll("\\s", "");
}
},
ONLY_NUMBERS() {
@Override
public String format(String value) {
return value.replaceAll("\\D", "");
}
};
public abstract String format(String value);
} |
E agora o nosso objetivo final, remover os ifs e else do método format:
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| public class StringUtils {
public static String format(StringFormat action, String value) {
return action.format(value);
}
} |
Legal né?
Uma das coisa que atualmente mais acho legal em programação é Python. É muito bem documentado, simples e rápido. Em um projeto open source que estou parcipando, o Peanut [Explico melhor em um outro post
], tive que persistir uma configuração do software, e com isso veio a possibilidade de utilizar o módulo shelve do python.
O shelve foi criado para trabalhar com persistência de dicionários (dict) python em arquivo. Para operações simples, configuração, dados não muito grandes, é perfeito. Sua chave sempre deve ser uma string.
Como a maioria dos módulos em python, é tudo muito simples:
Exemplo 1: Vamos salvar uma lista de e-mail em um arquivo
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| import shelve
emails = shelve.open('emails.db')
emails["maria"] = "exemplo@maria.com.br"
emails["joao"] = "exemplo@joao.com.br"
emails.close() |
Recuperando os e-mails
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| import shelve
emails = shelve.open('emails.db')
print emails["maria"]
emails.close() |
Exemplo 2: Persistência de um objeto mais completo
Criação de um objeto simples
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| class Profile():
def __init__(self, name, type, username, password=None, auto_login='off'):
self.name = name
self.type = type
self.username = username
self.password = password
self.auto_login = auto_login |
Classe util para acesso a shelve
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| import shelve
class Db():
def open(self):
self.__db = shelve.open("profiles.db")
def close(self):
self.__db.close()
def add(self, profile):
self.__db[profile.name] = profile;
def size(self):
return len(self.__db)
def find_all(self):
return self.__db.values();
def get(self, key):
return self.__db[key]
def get_first(self):
return self.get(self.__db.keys()[0]) |
Inserindo um perfil
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| db = Db()
db.open()
profile = Profile("maria", "user", "mariazinha", "123")
db.add(profile)
db.close() |